Ando por aí, por esse mundo imenso, de folha em folha...
Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

 

 

A si, futura mãe ou futuro pai ou futuros avós

 

 

 

Luísa Flores - fotógrafa de grávidas - TM 962922772 - 214571559

Guarde umas belas fotos da gestante... com seu lindo barrigão azul ou cor-de-rosa... Sao mais do que simples registos. São memórias que merecem ser guardadas para sempre, que ficam para a posteridade.
 

"De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memoria. (Henri Cartier-Bresson)"

 

publicado por mariadoscaracois às 14:28
sinto-me: mãe e avó
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

 O que é o Condomínio da Terra?


 

Tal como as escadas, telhado e corredores de um prédio, também o nosso planeta tem partes comuns. Partes essas que são imprescindíveis à vida humana e que estão a precisar de manutenção urgente. Se num prédio garantimos a manutenção das partes comuns através do Condomínio, porque não fazemos o mesmo para o planeta? O Condomínio, depois de separar e organizar o que são partes comuns e partes individuais, permite que os interesses particulares e colectivos, frequentemente opostos, se conciliem e se tornem interdependentes. E se pensássemos a Terra como um imenso Condomínio?

 

 

 

 

 

 

in http://www.earth-condominium.com/pt/

 

COMENTÁRIOS: Todos nascemos iguais. Porque existirão uns mais iguais entre iguais? Reflicta!

 

www.condominiodaterra.org

http://blog.earth-condominium.com 

 

vá lá, assinar em
http://www.earth-condominium.com/pt/

publicado por mariadoscaracois às 13:22
sinto-me: cidadã ecológica
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  Parece "estóriapara crianças... Já tivemos a raposa Sofia e agora preparamo-nos para o baptizado pardaleco...

 

Sábado passado, no Lavre, fomos fazer um grelhado para o almoço. 

 

Surpresa das surpresas: por cima, já na chaminé, um ninho enorme. Dois pardalitos, com poucas penas e aos pios, e um ovinho ainda por eclodir. Um deles estava em estado de maior desenvolvimento.

 

Tivémos que tirar o ninho com cautela e comecei a alimentar os pardais com açorda de pão alentejano e água. Os bicos abertos era de uma enorme ternura... A natureza é assim... (e eu sem máquina para fotografar...)

 

Voltámos a colocar o ninho dentro do barbeque. Domingo reparámos que a mãe os tinha rejeitado por ter sido movido o ninho, embora tivesse sido colocado no mesmo local. Soube que é sempre assim, quando alguém mexe nos ninhos. E um dos pardalitos desapareceu: procurámos tudo e nada. Deve ter tido força para voar.

 

Voltámos a Lisboa com uma caixa e o núcleo do ninho recheado com o pardalito sobrevivente. Dou-lhe açorda e sementes de trigo sarraceno, que tinha cá em casa. É o come e dorme. Agora está a chamar por mim. Quer mais papa...

 

Ando na pesquisa, para saber o que comem... Se sobreviver, no próximo fim de semana levo-o de volta para o Alentejo, sua terra natal...

 

Mas onde arranjo eu minhocas e insectos?

 

Agora está chamando por mim... aos pios e arrepios!!!

 

Mas é lindo o bicharoco!!!

 


 

 
NOTAS:
 
- 24 de Junho, 4ª feira de S. João, o pardal Bonifácio ainda sobrevive. Nesta momento pia e repia por mim.... Agora dou-lhe papas de milho...
 
Baptizei-o ontem.

Vamos ver no que dá... mas já ensaia voar... caminhando pelas palhas acima... Se chegar ao fds com vitalidade para voar, capacidade para bicar sozinho, deixo-o livre em cima de um galho, lá no Lavre.
 
- 26.Junho - o pardal Bonifácio continua respirando... e já trepa pelas palhas do ninho. Penas ainda incompletas.

Hoje o menú são papinhas de carolo de milho com farelos... porque ele não apreciou muito as de aveia integral...
 
- 28 de Junho - O Bonifácio cresceu mesmo. Voltou á terra Natal e comeu formigas que andei a caçar, juntamente com as papinhas de pão alentejano.

Não sei se foram as proteínas animais que lhe deram um vigor acrescido. Agora tem cama mais ampla, forrada com uma toalha velha e com o ninho ao canto. Salta e pula para a beira do caixote, depois para o chão. É uma alegria.

- 29 de Junho - O Bonifácio fez o seu primeiro e titubeante vôo, a partir do poleiro do caixote. Não subiu mais do que 30cm de altura e aterrou trôpego um metro à frente...

Ainda não come sozinho. Tem dieta melhorada, que adora: ovo cozido picado. Que delícia, diz-me piando... 
 
- 30 de Junho - de manhã o Bonifácio tinha desaparecido do caixote. Não se ouvia um pio. Andei 2 horas revirando a casa e convencida de que tinha morrido em qualquer canto. Até que o encontrei escondido no rolo de um velho tapete que espera uma lavagem à mangueira...
 
Nesse dia comprei-lhe uma gaiola. Está muitas vezes cá fora, mas dorme fechado.
 
- 1 de Julho - comeu pela 1ª vez bicando na mão do dono... Dormiu na gaiola sem as palhas mas reclamou... Anda cheio de comichão e debica as penas ferozmente... Já está cobertinho de belas penas...
Não gosta de tomar banho: coloquei-lhe uma piscina passaral mas ele não se comoveu... e não se lavou...
 
- 2 de Julho - já debica "comida exótica para passarecos com bolacha"... mas ainda prefere as papas de milho com farelos e ovo cozido...
 
Agora dou-lhe aulas de vôo. Coloco-o empoleirado no telhadito da gaiola e sento-me mais longe, chamando-o... Ele lá vem em vôo gingado..., impreciso... e põe a funcionar o trem de aterragem mal vê a palma da minha mão...
 
Eu luto pelo pardal.

 
 
OBS:

in

http://bicharada.net/animais/animais.php?aid=121

Nome científico: Passer domesticus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeri
Família: Passeridae
Género: Passer

Origem
O pardal é a ave mais fácil de observar em Portugal e também no resto da Península Ibérica. Pode ser encontrado noutros países da Europa, mas aí a concorrência com outras aves, como o tordo, não lhes confere tanto protagonismo.

Apesar de ter origem na Europa, hoje existem pardais em todos os cantos do mundo levados pela mão humana, numa altura em que ninguém se preocupava com o que poderia acontecer com aves invasoras, ou mesmo com outras espécies.

As vilas e cidades, onde se adaptaram como nenhuma outra, são o habitat preferido destas aves, apesar de poderem ser encontrados também no campo, em grande abundância.

Alimentação
As migalhas, insectos e minhocas são a base da sua alimentação, e os núcleos habitacionais proporcionam todo esse alimento. As chaminés e os beirais das casas proporcionam locais ideais para a sua reprodução, que acontece na Primavera.

Hábitos
Nas zonas densamente arborizadas, podemos encontrar numerosos bandos destes barulhentos animais, que alegram os fins de tarde, voando de árvore em árvore até ao anoitecer.

Dimorfismo sexual
É muito fácil distinguir o macho da fêmea. O macho, tem a cabeça e parte das asas castanhas escuras, sendo o resto do corpo de um tom pardo, acastanhado, ao passo que a fêmea apresenta em todo o corpo uma coloração uniforme, de cor castanho esverdeada.

Ao contrário do que se pode pensar, estas aves são extremamente frágeis e todos os anos o número de aves mortas durante o Inverno é muito grande. No entanto, a sua facilidade em reproduzir-se faz com que esse factor perca alguma importância. Em algumas zonas mais frias, é frequente os habitantes colocarem pequenos reservatórios com manteiga, onde os pardais vão buscar parte da sua gordura corporal para combater o frio intenso.
Os pardais podem medir até 15 cm

 

PARDAL-Tempo de vida(de 15 a 20 anos)
NOME COMUM: Pardal
NOME EM INGLÊS: House Sparrow
NOME EM ITALIANO: Passero
NOME EM FRANCÊS: Moineau domestique
NOME EM ESPANHOL: Gorrión común
NOME EM ALEMÃO: Haussperling
NOME EM ESPANHOL:
NOME CIENTÍFICO: Passer domesticus

 

publicado por mariadoscaracois às 12:06
sinto-me: pássara
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

De Júlio Machado Vaz (será? recebi por mail mas achei piada)

 Oração das Mulheres Resolvidas

Que o mar vire cerveja e os homens aperitivo,
que a fonte nunca seque,
e que a nossa sogra nunca se chame Esperança,
porque Esperança é a última que morre...
Que os nossos homens nunca morram viúvos,
e que os nossos filhos tenham pais ricos e mães gostosas!
Que Deus abençoe os homens bonitos,
e os feios se tiver tempo...

Deus...
Eu vos peço sabedoria para entender um homem,
amor para perdoá-lo e paciência pelos seus actos,
porque Deus,
se eu pedir força,
eu bato-lhe até matá-lo.

Um brinde...
Aos que temos,
aos que tivemos e aos que teremos.

Um brinde também aos namorados que nos conquistaram,
aos trouxas que nos perderam,
e aos sortudos que ainda vão conhecer-nos!

Que sempre sobre,
que nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos!
Amén.

P.S.: Os homens são como um bom vinho: todos começam como uvas e é dever da mulher pisá-los e
mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia para o jantar.

publicado por mariadoscaracois às 11:40
sinto-me: curiosa
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Não resisti a enviar o meu protesto, pelo link das sugestões. É inaceitável e inadmissível.

 

 

Em   http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_cot_id=4555&p_est_id=10160#pais  
vi  as Receitas culinárias dos países da União Europeia

Vejam a pobreza que apresenta Portugal... Que tristeza e que vergonha!  Se há coisa boa de que Portugal se orgulhe é da sua gastronomia.

 

 

NOTAS: recebi duas respostas à minha reclamação, mas nenhuma delas com "substrato"...

 

1ª - 2009/6/18 Carlos Medeiros <carlos.medeiros@ciejd.pt>

Cara Dª Mª Taveira,
 
compreendo bem a sua questão. A nossa gastronomia não só é motivo de orgulho como a nossa dieta mediterrânica é uma das melhores do mundo. Mas a gastronomia portuguesa tem muitos sítios de referência que aprofundam o tema de uma forma muito melhor do que nós o poderíamos fazer. A nossa preocupação foi mais a de traduzir e mostrar em língua portuguesa o que os outros Estados Membros e candidatos fazem nessa vertente tão saborosa como cultural. Mas a minha colega quando vier de férias na próxima 2ª feira completa esta resposta. Não quisemos foi deixar de lhe responder desde já.
Cumprimentos,
Carlos Medeiros

 

2ª -  2009/6/22 Idalina Figueira <idalina.figueira@ciejd.pt>

 

Cara utilizadora,

 

Muito obrigada por consultar o nosso portal e por nos ter enviado a sua sugestão/reparo.

 

Li o seu comentário e também a resposta que lhe foi enviada pelo coordenador do Departamento de Informação, Dr. Carlos Medeiros, uma vez que não me foi possível responder pessoalmente porque me encontrava de férias.

 

Parte da explicação para a ausência de receitas tradicionais e festivas nacionais já foi dada no anterior e-mail. No entanto, queria acrescentar que o conteúdo desta secção é   o reflexo de dois projectos do Centro de Informação Europeia Jacques Delors: o livro “O   Natal na Europa” e o evento “O Natal na Europa - com o Gil, ligamos mundos”.

 

Assim, todas as receitas disponibilizadas na secção Gastronomia Europeia do Canal Cidadania foram cedidas pelas entidades envolvidas nestes projectos, umas mais participativas que outras, e por isso a existência de um número de receitas diferente em relação a cada um dos países da UE.

 

Esperamos, num futuro próximo poder enriquecer esta secção não só com receitas portuguesas (vamos insistir mais uma vez com as entidades nacionais para que nos forneçam essas receitas), como também algumas outras que, tendo-nos sido enviadas,   estão na língua original dos países o que requer uma tradução um pouco mais difícil de obter.

 

Como compreenderá, o nosso posicionamento oficial não nos permite (pois queremos garantir uma informação fidedigna) colocar receitas que não sejam “certificadas” por quem de direito como representativas do país ou região a que pertencem, por isso este nosso cuidado na sua colocação.

 

Mais uma vez agradeço a consulta que fez ao portal Eurocid e espero que continue a enviar as suas sugestões e a fazer parte do conjunto de pessoas interessadas em assuntos europeus.

 

Cumprimentos

______________________________

 

OBS: tive que responder... Fico amarela se ficar quieta...

 

Dra. Idalina Figueira,

Unidade de Informação e Comunicação 
Centro de Informação Europeia Jacques Delors
DGAE / Ministério dos Negócios Estrangeiros
Palacete do Relógio | Cais do Sodré | 1200-450 Lisboa


Penso que compreenderá que os fundamentos da sua resposta me possam parecer sem "substrato". Quem não tem cão, caça com gato, é um ditado popular tão antigo...

Se essas entidades certificadas que refere não disponibilizam a tempo e horas material que se aproveite (e não há outras entidades certificadas? Escolas hoteleiras p.e.? Autores consagrados na nossa gastronomia? Copiar de livros seleccionados uma dúzia de receitas?), então sugiro que eliminem Portugal da listagem - pura e simplesmente.

É melhor a ausência (que pode ter vários motivos...) do que a paupérrima e triste presença. Ainda ontem, na RTP1, no programa da Fátima Campos Ferreira sobre Turismo e realizado nas minas de sal gema do Algarve, tanto se falou e apelou à fabulosa gastronomia portuguesa como cartão de visita... 

Mas tudo isto se resume à opinião de uma cidadã que por acaso consultou o site http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe_area?p_cot_id=2478&p_est_id=6332 e ficou seriamente indignada como portuguesa.

Cumprimentos,
Maria Taveira

 

 
publicado por mariadoscaracois às 16:16
sinto-me: indignada


A melhor forma de assaltar um banco é geri-lo 

 

Recebi hoje vindo de alguém com humor...

Que grande verdade na actualidade portuguesa...

Não posso estar mais de acordo...

publicado por mariadoscaracois às 14:28
sinto-me: assaltada

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

 

 E foi assim que disse o primo indignado...

 

 

 

 

Andam agora a falar, a torto e a direito, do Tratado de LisboaMas qual Tratado de Lisboa, qual carapuça… 

 

Tratado de Lisboa, só há um e mais nenhum…

 

Olhe-se a História. Veja-se:

 

1 Guerra da Restauração (1640-1668)

 

Foi este o nome dado à guerra que, após a revolução de 1640, Portugal sustentou com a Espanha para consolidar a restauração da nossa independência, e afastar o perigo da renovação do jugo espanhol. Iniciou-se no reinado de D. João IV, prolongando-se além da sua morte. O exército português, reorganizado com técnicos estrangeiros, e com os portugueses que se tinham formado na guerra coma Flandres e na América, foi derrotando as tropas espanholas, quer em  escaramuças na fronteira, quer dentro do território pátrio. De todas as batalhas salienta-se a de Ameixial, a de mais decisiva vitória dos portugueses.

 

In: Pequeno Dicionário de História de Portugal, dirigido por Joel Serrão – Iniciativas Editoriais, 1976.

 

2 … Não tardou que D. Pedro, à frente de uma conspiração, encarcerasse a D. Afonso num dos aposentos do palácio e assumisse a regência (23 de Novembro de 1667). Castelo Melhor retirou-se para o estrangeiro, onde levou vida aventurosa, que ainda apresenta seus enigmas.

 

Em 13 de Fevereiro de 1668, pelo Tratado de Lisboa, a Espanha reconheceu a independência de Portugal, sem restituir Ceuta.

  

In: António Sérgio, Breve Interpretação da História de Portugal, Livraria Sá da Costa, 1972.  

__________________________________

 

Mas a HISTÓRIA portuguesa não conta para nada, não é mesmo?  Vivemos num país em que o utilitarismo, o economicismo, o novo riquismo, a (des)instrução, o descartável, a fachada, etc. são valores fundamentais e dominantes da sociedade instalada. Quem dita a última palavra é o "dono" da verdade, o novo historiador;  por isso nascem abortos ...

 

"O Tratado de Lisboa, assinado pelos Chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados Membros na capital portuguesa a 13 de Dezembro de 2007, dotará a União Europeia de ..."

publicado por mariadoscaracois às 13:50
sinto-me: concordo
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Sexta-feira, 05 de Junho de 2009

 

 

Partilhando da profunda dor da Família Imperial pelo desaparecimento de
S.A.I.R. o Príncipe D. Pedro Luiz, trineto de D. Isabel I a Redentora, 
no vôo AF-447, da companhia AIR FRANCE, em 31  de maio de 2009,
enviamos abaixo o release 
com os dados biográficos que nos tem sido pedidos.

 

Deus tenha piedade do mundo inteiro,
de luto por mais uma tragédia aérea envolvendo centenas de famílias de dezenas de povos.

Pesarosamente,
Os Conselheiros do IDII.

 

 ***

 Dom Pedro Luiz Maria José Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança e Ligne, Príncipe do Brasil, Príncipe de Orleans-e-Bragança, nascido em 12 de janeiro de 1983, no Rio de Janeiro, é um dos desaparecidos do voo Rio-Paris que saiu do Aeroporto Internacional Tom Jobim, às 19h do dia 31 de maio de  2009.

 

Primogênito do Príncipe D. Antonio João (*1950) e da Princesa Christine de Ligne (*1955), D. Pedro Luiz tem três irmãos: D. Rafael Antonio (*1986), D. Amélia (*1984) e D. Maria Gabriela Fernanda(*1989).

 

Seu pai é o irmão e herdeiro dinástico do atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, D. Luiz (*1938), bisneto e sucessor da Redentora. Sua mãe é a quarta filha de Antoine de Ligne et Noailles (*1925 †2005), 13º Príncipe de Ligne, na Bélgica, e de Alix de Bourbon-et-Nassau-Weilbourg (*1929), Princesa de Luxemburgo, de Nassau e de Parma. A Casa de Ligne, que remonta ao séc. XII, é a dinastia histórica mais importante da Bélgica, estando abaixo apenas da Casa Real, que é um ramo da dinastia germânica Sachsen-Coburg-und-Gotha.

 

D. Pedro Luiz foi batizado na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, em 19 de fevereiro de 1983, pelo Mons. Narbal Costa Stencel, sendo padrinhos seu tio materno, o então Príncipe hereditário Michel de Ligne (*1951), hoje 14º Príncipe de Ligne e do Sacro Império, Príncipe de Amblise e de Épinoy etc. — representado no ato pelo Prof. Otto de Alencar de Sá Pereira — e sua tia paterna, a Princesa D. Maria Thereza do Brasil(*1959), atual Senhora Johannes Hessel de Jong, que também foi representada na ocasião pela irmã gêmea, Princesa D. Maria Gabriela (*1959), a artista plásticaLelli de Orleans e Bragança.

 

Com meses de vida, cumpriu seu primeiro compromisso solene em uma reunião de chefes monarquistas na residência do Prof. Francisco Camões de Menezes (vice-decano do IDII), no bairro da Tijuca. Mudou-se pequenino para Petrópolis, onde seus pais adquiriram uma casa no bairro do Morin.

 

Fez seus estudos primários no Instituto Social São José — de uma congregação de freiras de origem francesa —, em Petrópolis. Depois, cursou o ensino médio no Colégio Ipiranga, na mesma cidade.

 

Graduou-se em Administração de Empresas pelo IBMEC do Rio de Janeiro, entre 2001 e 2005, tempo em que residiu com sua avó paterna, D. Maria da Baviera (Princesa Mãe do Brasil) e sua tia D. Isabel, no bairro da Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro. Cursou a pós-graduação em Finanças e Mercado de Capitais, na EPGE da Fundação Getúlio Vargas, de 2005 a 2006.

 

D. Pedro Luiz falava fluentemente português, francês e inglês e praticava golfe, tênis e futebol. Nesta matéria, era torcedor aguerrido do clube Fluminense.

 

Trabalhou no Banco Mariani, no Rio de Janeiro, antes de empregar-se num banco de investimentos da Cidade de Luxembourg, capital de Luxemburgo, em fins de 2007. Luxemburgo é uma monarquia centroeuropeia onde reina seu tio, Henri I (*1955), primo-irmão de D. Christine de Ligne.

 

 

O Instituto D. Isabel prepara uma fotobiografia do Príncipe e um Livro de Condolências à Família Imperial (on-line), a constar da página oficial www.idisabel.org.br.

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 25 de Junho de 2009 recebi um mail do Brasil dizendo o seguinte:

Assistimos na última sexta-feira, na Catedral da Boa Viagem, em BH, a missa por alma de D. Pedro Luiz de Orleans e Bragança e demais vítimas do vôo 447 da Air Farnce, do dia 31 de maio. Foi uma solenidade maravilhosa, com a catedral, bem decorada, repleta de fiéis, bandeira do Império exposta, a missa transmitida pela Rádio América, enfim, ato dos mais comoventes.
Em atos como esse percebe-se como é simpático ao público a lembrança de que o Brasil tem uma respeitadíssima Família Real, honrada e incólume nos seus atos e costumes ao longo dos anos, desde o degredo de D. Pedro II. As manifestações de pesar, solidariedade e admiração que nós, coordenadores do evento, recebemos dentro do templo, do público presente, homens e mulheres de diferentes classes sociais, convenceram-nos ainda mais, a continuar nossa campanha pró-monarquia parlamentarista no regime político brasileiro e com o voto distrital para tornar a candidatura ao Parlamento accessível a todo brasileiro, sem necessidade de se corromper para angariar recursos de sustentação da campanha.
Não há quem não se assuste com um acidente aéreo. De imediato, quem pode adia a viagem até que o tempo abrande os efeitos psicológicos do impacto. O vídeo em anexo, muito bem feito, é uma ajuda no sentido de permitir avisualização da frequência diária de vôos com pelo menos 250 passageiros a bordo, no mundo. Vejam como a frequência se altera na medida em que as horas passam e a noite entra.
Bom proveito e até breve!
 
PS: pena não poder colocar neste posi o video referido.
publicado por mariadoscaracois às 15:05
sinto-me:
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Quinta-feira, 04 de Junho de 2009

Uma carta de desamor
Stella Florence escreve um pedido de desculpas para quando o amor dá errado. A crônica desta semana é para todas as mulheres que amaram demais, mas foram amadas de menos
Stella Florence*

Me desculpe por ter tomado a iniciativa. Me desculpe por ter escrito. Me desculpe por ter ligado. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe por ter dito sim. Me desculpe por ter gemido. Me desculpe por ter gozado. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe pelos machucados que sua ex deixou em você. Me desculpe por eu ter vindo logo atrás dela. Me desculpe por querer entender seu silêncio. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe por eu não ter usado máscara. Me desculpe por desejar alguma intensidade. Me desculpe por desejar. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe pelo que foi ruim. Me desculpe pelo que foi bom. Me desculpe pelo atrevimento de supor que eu merecia o que de bom aconteceu. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe por eu ter tirado a roupa. Me desculpe por eu ter mostrado meu corpo. Me desculpe por eu ter gostado de mostrar meu corpo. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe por eu ter escrito coisas lindas para você. Me desculpe por você não ter entendido um terço do que eu escrevi. Me desculpe por você ter me achado ousada demais. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe por, em algum momento, eu ter te amado. Me desculpe por, em algum momento, eu ter te achado bonito. Me desculpe por, em algum momento, eu ter me achado bonita. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe pelos seus erros de português. Me desculpe pelos erros de português da sua nova namorada. Me desculpe pela sua nova namorada achar margarida uma flor pobre. Me desculpe por eu ter voz.

Me desculpe por você torcer para o Palmeiras. Me desculpe se uma barata entrar na sua cozinha algum dia. Me desculpe pelos 130 km de congestionamento em São Paulo agora. Me desculpe por eu ter voz.

Mas, sobretudo, me desculpe por pedir essas ridículas, inúteis e dolorosas desculpas. Que, naturalmente, não são para você, afinal, porcos não reconhecem pérolas.



 

A colunista Stella Florence tem espaço semanal no site de Criativa. Stella é escritora, autora de 'Hoje Acordei Gorda' e de 'Ciúme, Chulé e um Apelido Ridículo', entre outros livros

publicado por mariadoscaracois às 15:41
sinto-me: flores para ela
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Isto hoje vai de chofre: ODEIOOOO-TE.
Não empalideças, não te zangues e não me vires as costas porque isso daria cabo de nós. Não saberia mais como recuperar parte importantíssima da minha vida - o tempo e a trajectória que temos em comum dá-me o direito de te pedir alguma contenção e de apreciares a minha franqueza.
- Chamas-me egoísta? Tens essa lata?
Agora não aguento mais o que me atafulha a garganta.
·         És antiquado;
·         Não me largas;
·         És um chato;
·         Nunca te ris;
·         Dás ordens;
·         Apitas-me aos ouvidos;
·         Não me dás os parabéns;
·         Acordas-me de rompante;
·         Queres comer quando menos se espera;
·         Desconheces um beijo;
·         Por vezes apagas-te no sofá;
·         Sais-me caríssimo;
·         Vais-te abaixo em certos locais;
·         És mexeriqueiro;
·         Não te lavas;
·         Ficas impávido perante qualquer notícia;
·         Tens sempre o mesmo fato;
·         Nunca me ofereces flores;
·         Não gostas de um drink;
·         Ficas mudo quando não respondo de imediato;
·         Metes-te na minha vida;
·         Desapareces sem dizer nada;
·         Já vi passarem-te a mão pelo pêlo;
·         Não gostas do calor;
·         Tens ataques de Parkinson;
·         Adoras estar agasalhado;
·         Dizes coisas sem pensar;
·         Vives do e para o écran;
·         Fizeste-me perder a liberdade;
BOLAS, ESTOU FARTA ATÉ AOS OLHOS!
Sabes o que me fez rebentar? Pedes-me o PIN a toda a hora e não contente com isso pedes-me o PUK?
É coisa que se faça? Vai à fava!
 
PS: 
Em 2009/6/6 recebi o seguinte mail:

gostei de ler o seu blog; adorei a carta desamor - QUASE igual a uma que conheco (este teclado esta na versa sem acentos) umas coisas a mais - pin e puk - mais muitas coisas a menos ;-(  O SILENCIO MATA AOS POUCOS!
 
tenham um excelente fim de semana com grande expectativa das "MERDELUNGAS EUROPEIAS"!!!!!
 
nao quero mais emails, e por isso nao me inscrevo no sapo, já tenho de ver 4 emails!!
 
inté!!
ana
publicado por mariadoscaracois às 15:30
sinto-me: capaz de matar


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