Ando por aí, por esse mundo imenso, de folha em folha...
Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

 

A VIA VERDE destinou-se a tornar mais prática a vida dos automobilistas. Na teoria oferecia maior rapidez e conveniência a quem conduzisse e a quem não teria tempo a perder nas portagens das auto-estradas e pontes.
Para isso o utente adquiria (actualmente já se aluga) o equipamento electrónico (nada barato, diga-se), instalava no veículo, fazia um contrato de adesão, fornecia documentos comprovativos, etc.
O pagamento das portagens é sempre efectuado por via electrónica e vai directo à conta associada ao cartão multibanco.
Pelos argumentos da Via Verde Portugal/Brisa - Auto-estradas de Portugal, as vantagens estão só do lado dos automobilistas… Mas também eles, utentes, têm direitos. E a Via Verde Portugal/Brisa - Auto-estradas de Portugal tem deveres. E responsabilidades! Ou não?
Acontece que nas portagens, designadamente na Ponte V. Gama, há mais do que uma passagem da via verde, sem qualquer utilidade. Está fechada e logo a seguinte acumula tráfego…
Pergunto porquê. Não é necessário qualquer funcionário no guichet… É tudo electrónico… Estão a poupar em quê?
Ora se tenho um contrato e tenho dispositivo, qual a razão que a Via Verde Portugal/Brisa - Auto-estradas de Portugal apresenta para não ter as passagens devidamente abertas? Onde está o dever da Via Verde Portugal/Brisa - Auto-estradas de Portugal e o direito do automobilista?
Não será uma responsabilidade da Via Verde Portugal/Brisa - Auto-estradas de Portugal sinalizar à distância os corredores que dão acesso à via verde aberta? Verifico inúmeras vezes que os automobilistas se encaminham para corredores que possuem na cobertura das portagens o símbolo da via verde, único visível à distância e depois andam aos ziguezagues para se enfileirarem na bicha do lado… por estar fechado aquele corredor.
Já nos habituámos a ser mal servidos?
Eu reclamo e aguardo que a Via Verde Portugal/Brisa - Auto-estradas de Portugal me responda a esta questão de forma clara! 
Já agora, forma clara significa precisa, sucinta e directa. E não uma explicação em redondo! Dessas estou cheia!
publicado por mariadoscaracois às 17:26
sinto-me: enganada
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Cara Maria dos Caracóis,

os seus comentários acerca do regime de abertura dos corredores da Via Verde, concretamente na Ponte Vasco da Gama, mereceram a nossa melhor atenção.
É importante prestar alguns esclarecimentos relativamente às questões que coloca.
Em primeiro lugar, a gestão das barreiras de portagem e, em particular, dos corredores da Via Verde é matéria da competência da concessionária que opera as auto-estradas ou pontes onde se situem essas portagens. Assim, quem decide quantos dos corredores da Via Verde estão abertos na Ponte Vasco da Gama é a respectiva concessionária, a Lusoponte.
Em seguida, será importante esclarecer, também, que a configuração das praças de portagem é matéria que não depende da Via Verde Portugal, mas sim das concessionárias das auto-estradas ou das pontes. No caso concreto que refere, nem a Via Verde Portugal, nem tão pouco a Brisa - Auto-estradas de Portugal, têm qualquer intervenção na matéria.
Finalmente, a Via Verde continua a ser uma solução eficaz e útil para o pagamento de portagens em auto-estradas, e de outros serviços relacionados com a circulação rodoviária, como o demonstra o facto de um sistema de adesão voluntária prestar serviço a mais de dois milhões de clientes.
Espero ter contribuído, deste modo, para o seu esclarecimento sobre esta matéria.
Cordiais cumprimentos,
Franco Caruso
Responsável do Departamento de Comunicação e Sustentabilidade


Franco Caruso a 25 de Agosto de 2009 às 20:04

Em primeiro lugar muito obrigada pela sua imediata resposta. Fiquei esclarecida. A responsabilidade é, pelo que me disse, da concesionária.

Em segundo lugar vou de imediato colocar a questão à referida Lusoponte, embora pense que a Via Verde poderá já ter reencaminhadoa questão.

Cumprimento-o.

Fiquei a pensar no conteúdo do seu comentário e outra dúvida me surgiu.

Então se "a gestão das barreiras de portagem e, em particular, dos corredores da Via Verde é matéria da competência da concessionária que opera as auto-estradas ou pontes onde se situem essas portagens" porque razão é a é a Via Verde Portugal/Brisa - Auto-estradas de Portugal (e não a Lusoponte p.e.) que efectua a facturação?

Os papéis que tenho assim o demonstram. Estranho!

Cara Maria dos Caracóis,

esteja tranquila, não há nada de estranho.
A Via Verde Portugal gere o Sistema Via Verde, e cobra portagens por conta das concessionárias de auto-estradas ou pontes com portagem (Brisa, Aenor, Lusoponte, Auto-estradas do Atlântico, Brisal, Mafra-Atlântico).
O extracto Via Verde que recebe contém uma descriminação das operações realizadas e dos valores debitados em causa, com identificação das concessões onde essas operações foram realizadas.
A gestão das portagens é sempre parte da operação das concessionárias e não da empresa que gere o sistema electrónico de cobrança de portagens.
Cordiais cumprimentos,
Franco Caruso
Responsável do Departamento de Comunicação e Sustentabilidade

Mais uma vez saliento a rapidez, personalização e eficiência da resposta.
É tão raro... Até me deixa confusa... O normal são respostas "em redondo"...

MERECE LOUVOR! Palavra d'honra! A quem me devo dirigir?

Mº Obrg.

ORA BEM, JÁ FALTAVA UMA RESPOSTA REDONDA... VEIO DA LUSOPONTE...

2009/8/27 sclientes <sclientes@lusoponte.pt>

Exmª Senhora Maria Taveira,

Em resposta à mensagem enviada, cujo conteúdo nos mereceu a melhor atenção, vimos informar que a sua reclamação foi encaminhada internamente para o respectivo Departamento, pelo que logo que haja uma resposta sobre o assunto exposto, voltaremos ao S. contacto.

Aceite os nossos melhores cumprimentos.

Atentamente,
Serviço de Atendimento a Clientes
mariadoscaracois a 27 de Agosto de 2009 às 14:44



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